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3.

Orientação
Familiar

A orientação familiar é uma parte importante em alguns processos de psicoterapia, digo alguns pois muitas vezes a demanda do paciente/cliente é totalmente autocentrada, são questões de foro intimo e que não necessariamente envolvem a família de forma direta... embora obviamente a convivência faz com que existam entrelaçamentos mas nestes casos a demanda pela orientação familiar vem do próprio individuo. Como premissa central a decisão de envolver ou não a família ou um familiar no processo de psicoterapia é do ´paciente/ cliente.

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Em outros processos a orientação é fundamental, pois existe a necessidade de informação dos familiares a cerca do que se passa com o paciente/cliente para que a família possa se tornar um aliado e uma base de suporte , uma rede de apoio para os momentos de crise.

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Os familiares precisam conhecer as características do sofrimento para que possam ser capacitados em ações efetivamente ajudem no processo de recuperação, sabemos que apenas o amor não é suficiente, é importante conhecer para oferecer uma ajuda de qualidade, caso contrario aquilo que parece ajuda na realidade agrava o quadro em alguns casos.

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Ainda assim quando se torna necessário o envolvimento da família a decisão do paciente/cliente é soberana sobre o momento e a forma como este processo será desenvolvido...

Alguns pacientes gostam de estar junto durante as sessões de orientação familiar, outros preferem não participar, enfim, como TUDO em psicologia é individualizado ou seja é pensado para o individuo como um ser único a decisão é tomada caso a caso, não existido uma regra geral.

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O fato é que inúmeros estudos apontam para as vantagens e para a importância da capacitação familiar como coadjuvante de sucesso para o processo de psicoterapia, desde que bem indicada, evitando assim qualquer dano ao vinculo terapêutico.

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